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Sexta-feira, 15 de Junho de 2007

Kandoo faz mal à cabeça

 

Uns limpam-se a papel áspero, outros têm toalhetes.

E se não há mais nada para cobiçar, lá me vou lembrando que o fundo das costas de uns há-de ser mais delicado do que o dos outros. E é aí que me começo a sentir injustiçado.. 

 

Vamos fazer uma revolução! Abaixo o papel liso, abaixo os toalhetes!

 

Papel higiénico igual para todos!

 

É altura de exigir uma coisa nunca vista: que venha o papel higiénico com desenhos!!!

 

publicado por pesa às 23:03
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4 comentários:
De Suissinho a 18 de Junho de 2007 às 10:00
Apoiado, que voltem as páginas amarelas!!!! Vamos reciclar, vamos ser amigos do ambiente! Todos juntos por um mundo melhor......... Lembrem-se o mundo está nas nossas mãos!!!!!
De Tud'Abaixo a 18 de Junho de 2007 às 15:38
Ora aí está!
As discriminações vêem-se é aí mesmo: no papel higiénico que se usa (ou que se obriga a usar!), no café que se toma (ou se obriga a tomar!), e sabe-se lá mais no quê!...
Há que dizer NÃO! Há que dizer BASTA!
Que a malta não ganhe horas extras, aguenta-se. Que a malta tenha falta de comunicação, também se aguenta.
Mas... discriminar a malta através do papel higiénico ?!!!! Não, isso também já demais!
De Pico a 19 de Junho de 2007 às 23:09
Há muitos, muitos anos, numa terra bué bué longe, um miudo descobriu que se limpasse o seu delicado rabinho aos fetos que cresciam no seu quintal, conseguia descansar sem a companhia das moscas, que até aí não o deixavam em paz.
Com o passar dos tempos e com uma horta no quintal de casa, descobriu que qualquer folha de couve fazia o mesmo serviço com menos comichão.
Entretanto, com a chegada do telefone à aldeia, passou a satisfazer as suas necessidades junto à mercearia da D. Aninhas, de onde ia retirando sorrateiramente folhas da lista telefónica.
O menino cresceu e mesmo antes de ter completado o 9º ano já se intitulava de engenheiro, tendo conseguido um emprego na nova fábrica, mesmo à entrada da aldeia. Por esta altura descobriu as maravilhas do papel higiénico, passando a ter o cuidado de arrear o calhau sempre na fábrica, para poder usar folhas e folhas deste magnífico produto.
Mas a sua ambição não tinha limites e quando precebeu que todos os outros já se limpavam a papel higiénico há muitos anos, achou que estava na altura de mudar para algo diferente. Experimentou uma folha arrancada do relatório e contas e qual não foi a surpresa quando descobriu que isso lhe fazia lembrar uma mistura de fetos e folhas das páginas amarelas. Desde esse dia não mais voltou a usar outro tipo de papel.
Um belo dia, publicada a nova edição anual, descobriu que alguém tinha substituído as grosas e ásperas folhas por uma pen. Por várias vezes tentou limpar-se com elas, mas sem sucesso. Deu voltas e voltas ao miolo, consultou os seus colegas e lá acabou por descobrir qual o problema: As ditas eram de 128M, coisas com pouca capacidade para absorver tanta merda.
De O Badaró do Douro a 21 de Junho de 2007 às 00:19
Fantástico!
C'um caneco!
Não é à toa que o Pico é a terra mais alta de Portugal!

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